0

Congresso Pietro Ubaldi via internet‏


O XVII Congresso Nacional Pietro Ubaldi será transmitido, ao vivo, via internet, através da TV IBBIS.
Programe-se, reúna seu grupo, e participem desse grande banquete de conhecimento espiritual !
Basta acessar o site do IBBIS ou ir direto para a TV IBBIS




Veja a Programação com o tema das palestras

Sábado - 18 de agosto/2012
MANHÃ

8:30 - 9:30 – Palestra: – SINAIS DOS TEMPOS – Adelaide Ferraz 

09:40 - 11:00 – Palestra Maurício Crispim


11:00 - 11:30 -  Experiências didáticas para formação de Grupos de Estudo
Gilson Freire, Fermando Ruzantte e Maurício Crispim

TARDE

13:30 – 14:00 - Coral do Tribunal de Contas - (Coordenação Iasmin)
14:00 - 14:15 – Abertura- Boas vindas
14:15 - 14:35 – Fala do Instituto Pietro Ubaldi  (IPU)– Rosany Barcellos
14:35– 15:35 – Palestra:  MEDICINA, FILOSOFIA, CIÊNCIA – Gilson Freire
15:35 – 15:45 - Intervalo
15:45 - 16:00 - Apresentação do Coral dos alunos Eduncadário das Obras Sociais Wantuil de Freitas – Coordenação Iasmin
16:00 – 17:20 –  Palestra: TRANSIÇÃO PLANETÁRIA – Júlio Damasceno.

NOITE

19:05 - 19:10 - Harmonização - (Coordenação Iasmin)
19:10 as 20:10 – Palestra: ASCENSÕES HUMANAS - FAZER A VONTADE DE DEUS – Geovane Caixeta
20,25 – 21,35 -  Palestra: – ASCENSÕES HUMANAS – COMO FUNCIONA O IMPONDERÁVEL – Maurício Crispim  .
Domingo - 19 de agosto/2012

07:40 – 08:00 – Harmonização -  (Coordenação Iasmin)
08:00 – 08:05 – Abertura
08:05 – 09:40 – UMA TRÍPLICE FRONTEIRA – MEDICINA, FÍSICA MODERNA E ESPIRITUALIDADE – Sérgio Thiesen
09:40 – 09:55 – Intervalo

10:00 – 11:20 – Palestra: O ERRO MORAL – Jorge Damas.
11:20 – 11:50 – PERGUNTAS E RESPOSTAS – Referência: todas as palestras
11:50 -12:00 -  Encerramento e palavras de agradecimento.
0

12º Mês Espírita de Praia Grande‏



0

Palestra na AME- Sergipe: “Educação, Medicina e Espiritualidade” Aracajú, SE

0

Seminário com Dra Marlene Nobre e Geraldo Lemos Neto Caxias do Sul, RS

0

Video sobre Doação de Órgãos

0

ENTREVISTA 


Miguel Chalub

"O homem não aceita mais ficar triste"
Uma das maiores autoridades brasileiras em depressão, o médico diz que, hoje, qualquer tristeza é tratada como doença psiquiátrica. E que prefere-se recorrer aos remédios a encarar o sofrimento
Adriana Prado

RECEITA

Chalub afirma que muitos médicos se rendem aos laboratóriosfarmacêuticos e Indicam antidepressivos sem necessidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que a depressão será a doença mais comum do mundo em 2030 – atualmente, 121 milhões de pessoas sofrem do problema. Para o psiquiatra mineiro Miguel Chalub, 70 anos, há um certo exagero nessas contas. Ele defende que tanto os pacientes quanto os médicos estão confundindo tristeza com depressão. “Não se pode mais ficar triste, entediado, porque isso é imediatamente transformado em depressão”, disse em entrevista à ISTOÉ.

Hoje, brigar com o marido, sair do emprego, qualquer motivo é válido para se dizer deprimido. Mas o sofrimento não significa depressão"
Professor das universidades Federal (UFRJ) e Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), ele afirma que os psiquiatras são os que menos receitam antidepressivos, porque estão mais preparados para reconhecer as diferenças entre a “tristeza normal e a patológica”. Mas o despreparo dos demais especialistas não seria o único motivo do que o médico chama de “medicalização da tristeza”. Muitos profissionais se deixam levar pelo lobby da indústria farmacêutica. “Os laboratórios pagam passagens, almoços, dão brindes. Você, sem perceber, começa a fazer esse jogo.”



Istoé - Por que tantas previsões alarmantes sobre o aumento da depressão no mundo? 


Miguel Chalub - Porque estão sendo computadas situações humanas de luto, de tristeza, de aborrecimento, de tédio. Não se pode mais ficar entediado, aborrecido, chateado, porque isso é imediatamente transformado em depressão. É a medicalização de uma condição humana, a tristeza. É transformar um sentimento normal, que todos nós devemos ter, dependendo das situações, numa entidade patológica. 


Istoé - Por que isso aconteceu?

Miguel Chalub - A palavra depressão passou a ter dois sentidos. Tradicionalmente, designava um estado mental específico, quando a pessoa estava triste, mas com uma tristeza profunda, vivida no corpo. A própria postura mostrava isso. Ela não ficava ereta, como se tivesse um peso sobre as costas. E havia também os sintomas físicos. O aparelho digestivo não funcionava bem, a pele ficava mais espessa. Mas, nos últimos anos, a palavra depressão começou a ser usada para designar um estado humano normal, o da tristeza. Há situações em que, se não ficarmos tristes,  é um problema – como quando se perde um ente querido. Mas o homem não aceita mais sentir coisas que são humanas, como a tristeza.


Istoé - A que se deve essa mudança?

Miguel Chalub - Primeiro, a uma busca pela felicidade. Qualquer coisa que possa atrapalhá-la tem que ser chamada de doença, porque, aí, justifica: “Eu não sou feliz porque estou doente, não porque fiz opções erradas.” Dou uma desculpa a mim mesmo. Segundo, à tendência de achar que o remédio vai corrigir qualquer distorção humana. É a busca pela pílula da felicidade. Eu não preciso mais ser infeliz.


Istoé - O que diferencia a tristeza normal da patológica?Miguel Chalub - A intensidade. A tristeza patológica é muito mais intensa. A normal é um estado de espírito. Além disso, a patológica é longa.


Istoé - Quanto tempo é normal ficar triste após a morte de um ente querido, por exemplo?

Miguel Chalub - Não dá para estabelecer um tempo. O importante é que a tristeza vai diminuindo.  Se for assim, é normal. A pessoa tem que ir retomando sua vida. Os próprios mecanismos sociais ajudam nisso. Por que tem missa de sétimo dia? Para ajudar a pessoa a ir se desonerando daquilo.


Istoé - Quais são os sintomas físicos ligados à depressão?

Miguel Chalub - Aperto no peito, dificuldade de se movimentar, a pessoa só quer ficar deitada, dificuldade de cuidar de si próprio, da higiene corporal. Na tristeza normal, pode acontecer isso por um ou dois dias, mas, depois, passa. Na patológica, fica nas entranhas.


Istoé - Ainda há preconceito com quem tem depressão?

Miguel Chalub - Não. É o contrário. A vulgarização da depressão diminuiu o preconceito, mas criou outro problema, que é essa doença inexistente. Antes, a pessoa com depressão era vista como fraca. Hoje, as pessoas dizem que estão deprimidas com a maior naturalidade. Não se fica mais triste. Se brigar com o marido, se sair do emprego, qualquer motivo é válido para se dizer deprimido. Pode até ser que alguém fique realmente com depressão, mas, em geral, fica-se triste. O sofrimento não significa depressão. E não justifica o uso de medicamentos.


Istoé - Os médicos não deveriam entender este processo?

Miguel Chalub - Os médicos não estão isentos da ideologia vigente. O que acontece é: você vem ao meu consultório. Eu acho que você não está deprimido, que está só passando por uma situação difícil. Então, proponho que você faça um acompanhamento psicoterápico. Você não fica satisfeito e procura outro médico, que receita um antidepressivo. Ele é o moderno, eu sou o bobão. Para não ser o bobão, eu receito um antidepressivo logo. É uma coisa inconsciente.


Istoé - Inconsciente?

Miguel Chalub - Os médicos querem corresponder à demanda. Senão, o paciente sairá achando que não foi bem atendido. Receitando um antidepressivo, eles correspondem à demanda, porque a pessoa quer ser enquadrada como deprimida. Mas há a questão dos laboratórios. Eles bombardeiam os médicos.


Istoé - A ponto de influenciar o comportamento deles?

Miguel Chalub - Se for um médico com boa formação em psiquiatria, mesmo que não seja psiquiatra, ele saberá rejeitar isso, mas outros não conseguem. Eles se baseiam nos folhetos do laboratório. Não é por má-fé. Os laboratórios proporcionam muitas coisas. Pagam passagens, almoços, dão brindes. O médico, sem perceber, começa a fazer o jogo. Porque me pagaram uma passagem aérea ou me deram um laptop, acabo receitando o que eles estão querendo.


Istoé - O médico se vende?

Miguel Chalub - Sim. Por isso é que há uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibindo os laboratórios de dar brindes aos médicos. Nenhum laboratório suborna médico, não que eu saiba, nem vai chegar aqui e dizer: “Se você receitar meu remédio, vou lhe dar uma mensalidade.” Mas eles fazem esse tipo de coisa, que é subliminar. O médico acaba tão envolvido quanto se estivesse recebendo um suborno realmente.


Istoé - Esse lobby é capaz de fazer um médico receitar certo remédio?

Miguel Chalub - Aí é a demanda e a lei do menor esforço. Se o paciente chegar se queixando de insônia, por exemplo, o que o médico deveria fazer era ensiná-lo como dormir. Ou seja, aconselhar a tomar um banho morno, um copo de leite morno, por exemplo. Mas é mais fácil, tanto para o paciente quanto para o médico, receitar um remédio para dormir.


Istoé - Os demais especialistas também receitam remédios psiquiátricos, não?

Miguel Chalub - Quem mais receita antidepressivos não são os psiquiatras, são os demais especialistas. Os psiquiatras têm uma formação para perceber que primeiro é preciso ajudar a pessoa a entender o que está se passando com ela e depois, se for uma depressão mesmo, medicar. Agora, os outros, não querem ouvir. O paciente diz: “Estou triste.” O médico responde: “Pois não”, e receita o remédio. Brinco dizendo o seguinte: se você for a um clínico, relate só o problema clínico. Dor aqui, dor ali. Não fale que está chateado, senão vai sair com um antidepressivo. É algo que precisamos denunciar.


Istoé - Os psiquiatras deveriam ser os únicos autorizados a receitar esse tipo de medicamento?

Miguel Chalub - Não acho que seja motivo para isso. Os outros especialistas têm capacidade de receitar, desde que não entrem nessa falácia, nesse engodo.


Istoé - Mas os demais especialistas estão capacitados para receitar essas drogas?

Miguel Chalub - Em geral, não.


Istoé - É comum o paciente chegar ao consultório com um “diagnóstico” pronto?

Miguel Chalub - É muito comum. Uma vez chegou um paciente aqui que se apresentou assim: “João da Silva, bipolar.” Isso é uma apresentação que se faça? Quase respondi: “Miguel Chalub, unipolar.” É uma distorção muito séria.


Istoé - O acesso à informação, nesse sentido, tem um lado ruim?

Miguel Chalub - A internet é uma faca de dois gumes. É bom que a pessoa se informe. A época em que o médico era o senhor absoluto acabou. Mas a informação via Google ainda é precária. Muitas vezes, a depressão, por exemplo, é ansiedade. Mas as pessoas não querem conviver com a ansiedade, que é uma coisa desagradável, mas que também faz parte da nossa humanidade. Tenho uma paciente que disse: “Ando com um ansiolítico na bolsa. Saí de casa, me aborreci, coloco ele para dentro.” Então é isso? Se alguém me fala algo desagradável, eu tomo um ansiolítico? Isso é uma verdadeira amortização das coisas.


Istoé - O que causa a depressão?

Miguel Chalub - Esse é um dos grandes mistérios da medicina. A gente não sabe por que as pessoas ficam deprimidas. O mecanismo é conhecido, está ligado a uma substância chamada serotonina, mas o que o desencadeia, não sabemos. Há teorias, ligadas à infância, a perdas muito precoces, verdadeiras ou até imaginárias – como a criança que fica aterrorizada achando que vai perder os pais. As raízes da depressão estão na infância. Os acontecimentos atuais não levam à depressão verdadeira, só muito raramente. Justamente o contrário do que se imagina. Mas mexer na infância é muito doloroso. Não tem remédio para isso. Precisa de terapia, de análise, mas as pessoas não querem fazer, não querem mexer nas feridas. Então é melhor colocar um esparadrapo, para não ficar doendo, e pronto. É a solução mais fácil.


Istoé - O antidepressivo é sempre necessário contra a depressão?

Miguel Chalub - Quando é depressão mesmo, tem que ter remédio.


Istoé - Há quem diga que hoje a moda é ter um psiquiatra, não um analista. O que sr. acha disso?

Miguel Chalub - As pessoas estão desamparadas. Desamparo é uma condição humana, mas temos que enfrentá-lo, assim como o fracasso, a solidão, o isolamento. Não buscar psiquiatras e remédios. Em algum momento, isso pode ficar tão sério, tão agudo, que a pessoa pode  precisar de uma ajuda, mas para que a ensinem a enfrentar a situação. Ensina-me a viver, como no filme. Não é me dar pílulas, para eu ficar amortecido.


Istoé - O que é felicidade para o sr.?

Miguel Chalub - A OMS tem uma definição de saúde muito curiosa: a saúde é um completo estado de bem-estar físico, mental e social. Essa é a definição de felicidade, não de saúde.Felicidade, para mim, é estar bem consigo mesmo e com o outro. Estar bem consigo mesmo é também aceitar limitações, sofrimento, incompetências, fracassos. Ou seja, felicidade também é ficar triste de vez em quando.
0

Cine - Bicho de 7 cabeças


0

Palestra | João Luiz Pessoa‏


No mês de julho o Ciclo Mensal de Palestra receberá João Luiz Pessoa.
O expositor é Presidente do Centro Espírita Regeneração (CER) e da Sociedade Espírita Joanna de Ângelis (SEJA), ambos em São Gonçalo (RJ).
Autor do livro "O estudo da Doutrina Espírita: de Allan Kardec aos nossos dias" - Editora SEJA, João Luiz desempenha suas atividades profissionais como cirurgião-dentista.
O evento será realizado no dia 29 de julho, domingo, às 17h.
Maiores informações pelo site nucleo-chicoxavier.blogspot.com.
Fraternalmente.




0

Além desta notícia sobre a mudança de local, junto o anexo da programação completa de Divaldo no Rio.


Além desta notícia sobre a mudança de local, junto o anexo da programação completa de Divaldo no Rio.


 
0

Programação semanal da Rádio Ceac

0

3º. Simpósio Doutrinário do Centro Espírita Seara do Mestre

0

70 anos do romance histórico – Por quê Paulo e Estevão?

                          70 anos do romance histórico – Por quê Paulo e Estevão?



À guisa de apresentação, em “Breve Notícia”, assinada por Emmanuel no dia 8 de julho de 1941, há o esclarecimento das razões da obra Paulo e Estêvão, lançada pela FEB no mesmo mês, em 1942:
“[...] nos propomos, transferindo ao papel humano, com os recursos possíveis, alguma coisa das tradições do plano espiritual acerca do dos trabalhos confiados ao grande amigo dos gentios. [...] Nosso melhor e mais sincero desejo é recordar as lutas acerbas e os ásperos testemunhos de um coração extraordinário, que se levantou das lutas humanas para seguir os passos do Mestre, num esforço incessante. [...] Sem Estêvão, não teríamos Paulo de Tarso. O grande mártir do Cristianismo nascente alcançou influência muito mais vasta na experiência paulina, do que poderíamos imaginar tão só pelos textos conhecidos nos estudos terrestres. [...] Oferecendo, pois este humilde trabalho aos nossos irmãos da Terra, formulamos votos para que o exemplo do grande convertido se faça mais claro em nossos corações...”
A Federação Espírita Brasileira tem assinalado os 70 anos da obra de Emmanuel, pelo médium Francisco Cândido Xavier, com a realização do seminário “Os trabalhadores espíritas e os primeiros cristãos, à luz da obra Paulo e Estêvão", o lançamento da edição comemorativa da obra, artigos e Suplemento Especial em Reformador.

0

BOLETIM INFORMATIVO

0

BOLETIM INFORMATIVO

0

BOLETIM INFORMATIVO

0

Pomada Vovô Pedro é tema de conclusão de curso - HOMEOPATIA‏


Pomada Vovô Pedro é tema de conclusão de curso - HOMEOPATIA‏



Eu e muitas pessoas usam essa pomada, ela é Fantástica....
 
  
Pomada Vovô Pedro é tema de conclusão de curso 


Aldeir Felix Honorato foi o autor da tese de conclusão do curso
de Farmácia e Bioquímica apresentada na Universidade
Federal de Juiz de Fora

 O jovem Aldeir Felix Honorato (foto), aluno do curso de Farmácia e Bioquímica, apresentou no dia 7 de julho último, na Faculdade de Farmácia e Bioquímica da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), sua tese de conclusão de curso, a qual versou sobre a conhecida Pomada Vovô Pedro.

Maria da Penha Amaral, tarefeira do Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora e professora da Faculdade de Farmácia e Bioquímica, foi a orientadora do formando. A banca examinadora foi formada por

três professores de formação espírita: Maria da Penha, com doutorado em Farmácia, Alexander Almeida, professor de Psiquiatria, e Ricardo Baesso de Oliveira, médico, professor de Farmacologia e Clínica Médica.
Gentilmente, Maria da Penha Amaral (foto) concedeu-nos a seguinte entrevista:

Qual a origem da Pomada Vovô Pedro?
– No ano de 1973, durante o lançamento do livro “Além do Ódio”, de autoria do Espírito Sinhozinho Cardoso, psicografado pelo médium João Nunes Maia, na Colônia Santa Isabel, em Betim, próximo de Belo Horizonte, o médium João Nunes Maia, percebeu a presença do Espírito de Franz Anton Mesmer, nome adotado quando encarnado, que foi médico no século
XVIII.      

A “entidade” assim se comunicou com o médium mentalmente:
 
- Papel e lápis, meu filho. Vou lhe ditar a fórmula de uma pomada que deverá curar e aliviar a muitos.

Surpreso, mas acostumado ao intercâmbio espiritual, João Nunes Maia apanha um pedaço de papel que embrulhava volumes do livro “Além do Ódio” e um lápis e anota a fórmula do abençoado unguento.

- Que nome darei para a pomada? – pensa o médium.
- Pomada Vovô Pedro – esclarece o Espírito, que não deixa de notar a surpresa de Nunes Maia pela simplicidade do nome da pomada, e completa:

- É preferível que as coisas simples tenham nomes simples.

E faz uma importante observação sobre a gratuidade do unguento: - O preço desse medicamento deverá ser, apenas, um Deus Lhe Pague.

Qual a sua fórmula?
– De acordo com a Sociedade Espírita Maria Nunes (SEMAN), a fórmula é um produto medicinal considerando as propriedades terapêuticas de plantas e produtos naturais, como própolis, erva-de-bicho, ipê-roxo e o condurango, não apresentando efeitos colaterais.

Quais as suas indicações clínicas?
– A forma farmacêutica pomada é indicada para uso tópico, devendo ser aplicada sobre lesões da pele. Os efeitos emolientes, cicatrizantes , anti-inflamatórios e antissépticos que seus componentes possuem, aliviam e curam enfermidades de pele do tipo ulcerações e feridas, queimaduras e, também, hemorroidas.

Qual a conclusão do trabalho do Aldeir?

– Mediante a aplicação de um questionário aos usuários concluiu-se que:

1. Todos os usuários relataram obter melhora com o uso da Pomada Vovô Pedro. Ninguém relatou sentir reação adversa ao seu uso.

2. Dentre as pessoas que fizeram uso interno (7), contrariando a indicação no rótulo, todas Uma das instituições em que a
pomada é fabricada Uma das fases de fabricação
da pomada Grupo de espíritas que participam
do trabalho observaram melhora nos sintomas.
 
3. Um usuário relatou que “é preciso acreditar” para que a Pomada funcione. 

4. Outro usuário relatou que a “A pomada não deixa inflamar. O machucado seca rapidinho”. 
Através deste estudo observou-se que a Pomada é aplicada para diversos fins, alguns conflitando com o indicativo no rótulo. Os usuários não necessariamente aplicam a Pomada conforme recomendado no rótulo (aplicar em movimentos verticais).
Por tratar-se apenas de um estudo básico sobre a composição da Pomada “Vovô Pedro” ainda há um campo aberto para estudos sobre este produto, que poderá ser explorado também pelos pesquisadores de medicina e espiritualidade, área da ciência que tem sido desenvolvida nas duas últimas décadas e que faz parte do curso de Pós-graduação – Doutorado - em Saúde Brasileira na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).

Você viu preconceito ou má vontade de outros professores a respeito do assunto?
– Não. Não houve nenhum questionamento sobre o tema quando o projeto foi apresentado. Tivemos a colaboração de outro professor, permitindo que as análises microbiológicas do lote em estudo fossem efetuadas no laboratório que está sob sua direção. Infelizmente não foi possível desenvolver as pesquisas físico-químicas, ou seja, identificar os princípios ativos presentes em cada planta medicinal, que faz parte da composição, por falta de equipamento.
0

O "MASCARA-DE-FERRO" - Divaldo Pereira Franco‏


O "MASCARA-DE-FERRO"
  Divaldo Pereira Franco
Até onde vai a minha lembrança eu sempre detectava a presença de uma Entidade, um sacerdote romano, respeitável, com ares adversários contra mim, numa atitude agressiva, ameaçando-me, a princípio de forma educada e depois com muita rispidez. E prometendo que, se eu não seguisse as suas diretrizes, ele ia terminar por me destruir.
Mas eu era muito jovem para entender essas sutilezas da mediunidade.
Passaram-se os anos, e quando me tornei espírita, começando a exercer a mediunidade, fui constatando, a pouco e pouco, que ser médium não é uma viagem ao país da fantasia. É uma tarefa muito séria e de alta responsabilidade.
Nesse ínterim, a Entidade começou a dar-me uma assistência negativa, pois, à medida que se passava o tempo, mais eu me afeiçoava ao contexto do Espiritismo, de tal forma que a sua atuação tornou-se muito dolorosa. Nos momentos difíceis da minha vida ele esteve presente.
No rol das minhas lembranças, vem-me à mente uma tentativa malograda de suicídio, quando eu contava dezenove anos, por afogamento, no mar.
Numa noite - eu tinha certas visões desagradáveis então, sofri um desses fenômenos e ouvi uma voz me chamando e me hipnotizando. Dizia que a solução para mim - a única - era destruir o corpo, porque, na Terra, eu sofria muito, e, se destruísse o corpo, iria ser plenamente feliz, partiria para o Mundo Espiritual, onde estavam as pessoas que me amavam, aquelas que estão vinculadas a mim, e que já era tempo de me libertar dessa canga difícil, que era a vida física.
Morávamos perto da praia. Eu saltei a janela e fui sendo arrastado pela indução hipnótica em direção ao mar. Era madrugada e não havia ninguém por perto. Nilson, que é muito vigilante, percebeu o que estava acontecendo e me acompanhou. Notou, quando eu me lancei mar a dentro. As primeiras ondas molharam-me os pés, mas eu prossegui. (Até hoje eu não sei nadar). Fui entrando sob aquele fascínio, até que as ondas bateram no meu rosto, provocando-me um choque e despertando-me. Ao dar-me conta da situação, fiquei desesperado: ver-me com roupa dentro do mar, de pijama e sem saber o que havia acontecido! 
Nilson estava próximo, orando, porque ele conhecia a interferência Divina, que nunca falta. Nesse exato momento, quando ele me viu a debater e gritar, atirou-se às ondas e me resgatou, trazendo-me para a praia.
Quando eu ia saindo das águas, amparado por ele, vi a Entidade, com aspecto dominador, dizendo que me mataria, não adiantava recalcitrar: ou eu abandonava o meu compromisso recebido com o Espiritismo ou ele me destruiria. Repetia que eu tinha deveres para com a sua antiga doutrina e que a estava conspurcando; que o meu labor era com a religião tradicional; que não tinha o direito de me desviar dela, fosse qual fosse a justificativa.
Passaram-se os anos. Aquele foi um período amargo da minha vida; o dos testemunhos. Esse Espírito criou-me injunções, as mais dolorosas.
Uma delas ocorreu à época em que eu ainda estudava. Sempre tive muita vontade de estudar e havia feito o chamado artigo 100, que corresponderia hoje ao supletivo do 1.° grau, e estava preparando-me para fazer o supletivo do 2.° grau, que naquele tempo se chamava artigo 91.
Em certa ocasião, quando eu ia a uma aula, depois do expediente no IPASE, caminhava tranqüilamente pela rua da Misericórdia, que é muito movimentada, quando alguém, subitamente, me puxou pelas costas. Voltei-me, julgando ser um colega. Recebi um golpe, um murro no rosto, que me lançou sobre uma vitrine de uma joalheria, provocando um certo pânico e um grande susto. Juntaram-se algumas pessoas, eu tive uns cortes, mas, quando caí, depois que me voltei de frente para o agressor, ele disse: "- Perdoe-me, desculpe-me! Eu tive a impressão de que você era o indivíduo que anda perturbando a paz de minha mulher e quis puni-lo. Você me desculpe!"
Houve uma confusão momentânea, e enquanto alguém me ajudava a levantar, no meio daqueles rostos, eu o vi.
Como de outras oportunidades, ameaçou-me:
- Vou humilhar-te de tal forma, tantas vezes, que não terás outra alternativa, senão a de se render, ou te matarei.
Eu residia muito distante do centro da cidade, e sempre me sugestionei que qualquer coisa que me sucedesse a minha primeira providência seria a de voltar para casa, imediatamente.
Como é natural, fiquei muito aturdido, desembaracei-me das pessoas, enxuguei o rosto com o lenço e saí. Desci uma rua do Pelourinho, em direção da Cidade Baixa, mas, estava tão atordoado que me perdi, e, por passar seguidamente pela porta onde um amigo tinha uma loja de calçados, este me viu e notou a minha palidez. Chamou-me, conversou comigo, e, só nesta hora, voltei à normalidade, seguindo, então, para casa.
Esta bofetada me marcou muito a vida, porque vi como os Espíritos podem, em certas ocasiões, armar um indivíduo para cometer um crime contra aqueles a quem detestam, desde que o outro ou aqueles dêem margem, entrando no processo de sintonia. Eu orava, tinha a vida normal de uma pessoa que procura manter a dignidade, já trabalhava na mediunidade, na pregação, mas isto lhe açulava, cada vez mais, o ódio.
Posteriormente, em 1960, no dia 13 de janeiro, eu estava em Uberaba. Havia sido orador de uma turma de médicos, e a bondade de Chico Xavier sempre me agasalhou em seu coração generoso.
Naquele tempo, Chico Xavier participava das reuniões da Comunhão Espírita Cristã, em Uberaba, e no grupo de desobsessão, eu tinha permissão de tomar parte como se fosse membro que residisse fora. Sempre que estava na cidade, naquele dia - quarta-feira - eu me integrava na sessão.
Fui à reunião, participando dos trabalhos habituais, e vários Espíritos se comunicaram através dos diversos médiuns presentes.
O momento culminante, porém, foi quando esse mesmo Espírito que me vinha perseguindo se incorporou no médium Chico Xavier e, num gesto de quem mete a mão no bolso e tira algo, me disse como se estivesse a ler anotações:
- Estou aqui com a sua ficha. Você se lembra do ano de 1955 quando foi a Apucarana, por primeira, vez?
Eu não me lembrava.
- Pois vou refrescar-lhe a memória. E começou a citar fatos (que eu passei a recordar), que haviam sucedido naquela oportunidade, na cidade citada do norte do Paraná.
- Recorda-se - prosseguiu, citando outro fato - do dia 14 de julho do ano passado, quando você estava no Rio de Janeiro, à rua tal, número tanto , apartamento número tal?
Eu me recordei de um incidente muito desagradável, quando uma pessoa que estava dialogando comigo, sem qualquer motivo aparente, foi tomada de cólera e provocou uma discussão, à que eu procurei não dar prosseguimento, sofrendo então uma agressão de forma tão inesperada, que me chocou profundamente.
Guardei a data por ser o dia da libertação, da Queda da Bastilha.
A pessoa foi investindo contra mim, enquanto eu fui recuando até à janela da sala, já não havendo mais para onde afastar-me e sentindo nos olhos da criatura como ela estava possessa, com desejo de atirar-me de lá de cima era o 12º andar do edifício. Com muita habilidade, em silêncio, eu fui saindo dali, desviando-me, e evadi-me do lugar, permanecendo com aquela impressão terrível, que por pouco não me prejudicou a conferência nessa noite, no Colégio Militar, na Tijuca.
O Espírito dizia com rudeza:
- Fui eu quem incorporou essa pessoa para destruir-lhe a vida. Eu sei que não destruirei, mas aniquilarei o seu corpo e ficará do nosso lado. Eu venho hoje aqui para termos um acerto.
O que é impressionante - e grave - é que o Espírito falava com autoridade sobre mim. Apesar do ódio que ele destilava, eu sentia respeito e consideração, não experimentando rancor.
- Você se comprometeu conosco - afirmava, exaltado -, a chamada Igreja militante, para engrossar as fileiras do clero, quando retornasse à Terra, e trai-nos vergonhosamente, indo participar de uma doutrina abjeta.
Passou a atacar o Espiritismo com muita nobreza de linguagem, mas com muita agressividade emocional, utilizando-se de sofismas muito bem construídos , tais como:
- A minha reação contra o Espiritismo tem fundamento, porque o Espiritismo está barateando a mediunidade, o carisma, a graça, o dom, deixando que esta concessão seja colocada no ridículo de um populacho incapaz de a compreender.
Eu retruquei, algo tímido:
- Meu irmão, o senhor é a maior prova da legitimidade, da justeza do fenômeno espírita, porque o senhor está incorporado num médium, conversando comigo.
- Este manequim de quem me utilizo - respondeu, prontamente -, é um instrumento dócil, ele tem feito jus a ser veículo dos Espíritos, porém, o Espiritismo barateia a mediunidade. Como você consideraria, se eu, um sacerdote da respeitável religião, fosse a um picadeiro de circo para distribuir a sagrada eucaristia, entre palhaços, feras e o povo que ali foi para divertir-se? A eucaristia, para nós, é o momento culminante da união com Deus. Com os senhores, os espíritas, podem atrever-se a apresentar esta eucaristia no circo das misérias humanas?
Bem se vê que era um sofisma, mas, aparentemente, muito bem colocado, por que nós não barateamos a mediunidade, nós não a vulgarizamos, apenas repetimos Jesus, trazemos o fenômeno mediúnico, ou melhor, explicamos o fenômeno mediúnico a fim de facilitar às pessoas a se encontrarem consigo mesmas. Ao mesmo tempo, é a prova robusta da imortalidade da alma, preconizada por todas as religiões. Todavia, ele usou de um outro argumento:
- Quando o Espiritismo apareceu, a Igreja Romana podia ser comparada a um holofote que projetava imensa claridade no céu enquanto ele era uma talisca de fósforo acesa que se abria na treva, incapaz de competir com o poder e a opulência da Igreja. Que vemos agora? Observamos que o Espiritismo se transforma em uma constelação de astros a iluminar os céus e a Igreja vai apagando a sua claridade.
- Mas, meu irmão, a culpa não é do Espiritismo, o senhor me desculpe.
- Você, porém, é um desses responsáveis, porque anda com o archote da fé, de um lado para outro, buscando iluminar consciências, incendiando tudo à sua passagem. Vou dar-lhe uma determinação: retorne a Salvador, procure o sacerdote fulano de tal (cujo nome não devo declinar porque ainda está encarnado), na igreja tal, com quem mantenho contato direto e apresente-se para confessar-se, arrepender-se, tomar hábito e servir à causa da Verdade.
- Eu não posso, o meu compromisso é com Jesus. Eu sou um empregado a serviço de uma Nova Era. Não compreendo por que o irmão se volta contra mim. O irmão deveria voltar-se contra Aquele que me dirige; porque, se o senhor se voltar contra Ele, Ele me liberta. Eu sou escravo, liberte-me dEle e eu passarei de mão, com muito prazer, se for isso que aconteça. Mas se o senhor não me libertar dEle, eu não posso, não tenho como me evadir da presença de Jesus.
- Não, contra Ele eu não posso - retrucou - mas, contra você eu posso . Farei tudo por persuadi-lo. Utilizar-me-ei da bondade, da oferenda de recursos e valores para você triunfar no mundo. Mas, se você se obstinar, veja bem (e utilizou de outro sofisma): O pastor está conduzindo as ovelhas, uma delas tresmalha ou se desvia; ele a chama e vai atrás. Se não a alcança, usa o bordão e ela volta ou morre. Mas ele não a deixa, a não ser que a perca em definitivo. E o que farei contigo. Ou retorna para o nosso seio ou lhe bateremos tanto de bordão, eu e o meu povo, que, aonde quer que vá, a humilhação, o desrespeito e o sofrimento lhe estarão esperando.
E me fez um prognóstico sombrio, que se concretizou, em grande parte, pelo menos:
- Ou aceita a minha voz - é o meu ultimato - ou aonde for pregar a sua malsinada Doutrina, defrontará com a minha presença, sendo desmoralizado pelos seus correligionários e confrades. Não terá coragem de abrir a boca para coisa nenhuma. O momento é hoje e se você não voltar ao nosso compromisso, prepare-se para testemunhar se é verdadeira a sua integração nesse trabalho ou não.
A comunicação alongou-se. Ele declinou o nome: J.T.S.
A verdade é que, dois anos depois, exatamente, eu fui convidado a um pesado testemunho. Por onde quer que eu haja passado, durante vários anos e até hoje ainda, a partir do dia 10 de junho de 1962 as provações me aguardavam: a ironia, a zombaria, o descrédito e tantas coisas que nos levam ao sofrimento, chegavam e se avizinhavam rudes. Todavia, não desanimei.
Anos depois, mesmo continuando as provas, as lutas e as dores, ele me reapareceu.
Um esclarecimento: comecei a chamar esse Espírito pelo nome de o "máscara-de-ferro". Eu havia assistido um filme, fazia muitos anos, sob esta epígrafe. No dia da bofetada, na rua da Misericórdia, quando cheguei à casa e entrei discretamente para que os meus pais e a minha irmã não me vissem, segui ao meu quarto. Ali, ele me apareceu e o seu rosto me fazia lembrar a personagem do filme com a "máscara-de-ferro", só que o ferro estava como que incandescente. Aquilo me impressionou de forma tal, que eu, jovem ainda, com algum atavismo clericalista, ajoelhei-me aos seus pés e lhe pedi perdão.
- O senhor me odeia tanto - disse-lhe - que deve ter um motivo muito forte para isto; então, perdoe-me. Dê-me uma oportunidade de reparação, eu já não sou aquela mesma pessoa...
- Você mudou apenas de roupa, mas é a mesma pessoa e eu o matarei. Várias vezes ele me apareceu com aquela expressão terrível.
Anos depois, por volta de 1976, portanto, quase trinta anos de combate diário, de assistência quase diária, ele retornou e falou-me:
- Vou deixá-lo por um período. Você não me convence, porque eu o conheço, sei das suas dívidas; mas você me venceu, temporariamente, pela paciência, pela humildade, pela abnegação, pelo trabalho que vem desenvolvendo na sua comunidade e em si mesmo.
Eu fiquei muito feliz, é claro.
Passaram-se os anos. Certo dia, em circunstância muito dolorosa, chegou à "Mansão do Caminho" uma criança, e, como era natural, nós estávamos impossibilitados de receber novos candidatos por falta de espaço e de recursos. Vendo a criança num tal estado de abandono, de debilidade orgânica, de sofrimento e miséria, comovi-me e me lembrei de Jesus. Perguntei-me, mentalmente: Como faria Jesus em uma circunstância destas?
A consciência me disse que Ele a receberia. Foi o que eu fiz. Imediatamente convocamos os nossos colaboradores residentes e a criança foi encaminhada a uma das casas.
Nesta noite, apareceu-me aquele Espírito e me informou, emocionado:
- Agora você me convenceu. Porque esta, a quem acaba de receber, é a minha mãe, que está de volta ao corpo. Eu tenho que amar a quem vai ajudá-la na sua tarefa de redenção. Ensine-me, agora, o que fazer, para aprender a amar Jesus, na visão correta, e, se Deus me der vida, poder retornar e vir ainda receber o afago das suas mãos nessa sua casa...
Encerrava-se, assim, o capítulo do "máscara-de-ferro", de uma forma sublime, demonstrando a excelência do amor e o poder da caridade. Ele continua aparecendo-me, hoje, menos hostil, quase afável; já participa das nossas reuniões doutrinárias e mediúnicas, e, de vez em quando, traz outros correligionários, outros companheiros que têm o mesmo problema, para receberem a ajuda em nossa casa.
0

FOTOS DO BRECHÓ NO GETAL‏


O PRÓXIMO SERÁ DIA 21/07 DAS 9HS AS 17 HS
NÃO PERCAM

Imagem inline 2



Imagem inline 3



Imagem inline 4
Back to Top